Um estudo recente da RiskComms com 102 profissionais sêniores de comunicação de crise em 32 países revelou algo preocupante: os riscos de IA estão crescendo exponencialmente, mas 90% das organizações ainda não têm protocolos, integração multifuncional ou velocidade de resposta adequada. Os números são claros:

Apenas 26,5% testam cenários de crise anualmente 17,6% testam raramente (menos de 1x a cada 3 anos) Quase 10% nunca testaram

O deepfake é o risco emergente mais citado. E não é paranoia — é realidade operacional. Os três gaps que dominam o mercado:

Alfabetização em IA e tecnologia Análise de dados e métricas de confiança Capacidade de detectar e combater desinformação

Por que você precisa saber disso agora: Se você lidera uma empresa, está em campanha política ou é porta-voz corporativo — e sua equipe de comunicação não tem protocolo específico para deepfake e riscos de IA — você está vulnerável. Não é questão de "se", é questão de "quando". O relatório propõe um plano de ação de 90 dias cobrindo: protocolos de IA, integração cross-funcional, cadência de testes e medição contínua de confiança. Esse é o padrão que as organizações mais preparadas já estão implementando.